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	<title>Rodadágua</title>
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	<description>Em defesa dos recursos hídricos</description>
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		<title>Rodadágua</title>
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		<title>Água vida &#8211; Cláudia Salces</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2008/06/16/agua-vida-claudia/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 16:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Água viva que gira a roda roda que gira a água de vida que leva energia, que mói o trigo desse pão nosso de cada dia Mãos que trabalham, mãos que resfriam na água que flui pelos rios da vila mães que se banham e banham os filhos que lavam a roupa e os protegem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=111&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Água viva que gira a roda</p>
<p>roda que gira a água de vida</p>
<p>que leva energia, que mói o trigo</p>
<p>desse pão nosso de cada dia</p>
<p>Mãos que trabalham, mãos que resfriam</p>
<p>na água que flui pelos rios da vila</p>
<p>mães que se banham e banham os filhos</p>
<p>que lavam a roupa e os protegem do frio<br />
Na madrugada sem nascer o sol ainda</p>
<p>navegantes das águas já estão na lida</p>
<p>é o fruto do mar que sacia a fome</p>
<p>nutrindo a saúde, renovando a vida</p>
<p>Vejo ao longe seres errantes</p>
<p>caminhando sem rumo, procurando em vão</p>
<p>a água que banha, que nutre e mata a fome</p>
<p>da mulher, da criança, do homem que já não são.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/111/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/111/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/111/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=111&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>A dengue e a rodadágua</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2008/05/30/a-dengue-e-a-rodadagua/</link>
		<comments>http://rodadagua.wordpress.com/2008/05/30/a-dengue-e-a-rodadagua/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 14:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista da FAPESP divilgou uma entrevista sobre dengue com especialista da área. Leia e confira. Além da água parada      27/05/2008 Agência FAPESP – Mais um ano, mais uma epidemia de dengue em diversos estados do país. No Rio de Janeiro, os números têm impressionado, com mais de cem mortes e um total superior a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=110&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista da FAPESP divilgou uma entrevista sobre dengue com especialista da área. Leia e confira.</p>
<p><strong><span class="newstit2">Além da água parada</span>      </strong><span class="boletimdata1">27/05/2008 </span><br />
<span class="newstexto1"><br />
</span><span class="boletimtexto3"><strong>Agência FAPESP</strong> – Mais um ano, mais uma epidemia de dengue em diversos estados do país. No Rio de Janeiro, os números têm impressionado, com mais de cem mortes e um total superior a 150 mil casos desde janeiro. Apenas na capital, foram mais de 80 mil casos. </span></p>
<p>Em São Paulo, a preocupação maior é em relação ao crescimento do número de casos em cidades do interior. Em Mogi-Guaçu, por exemplo, foram confirmados 270 casos no primeiro trimestre do ano, número próximo do total de registros da doença na cidade em todo o ano passado (288 casos). Araraquara teve cerca de mil casos até abril – em todo o ano passado, foram 355.</p>
<p>Enquanto se discutem os motivos que levaram o problema a tamanha dimensão, Márcia de Freitas Lenzi, tecnologista sênior do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz, aponta que culpar a população pela epidemia de dengue é, em parte, uma saída política para justificar a falha no planejamento e execução das ações de controle e assistência.</p>
<p>Em tese de doutorado intitulada <em>As invisibilidades da dengue: um olhar sobre suas representações em uma favela do município do Rio de Janeiro – retratos de uma vulnerabilidade</em>, Márcia analisou a doença a partir do comportamento da população e da qualidade da informação sobre a prevenção a ela oferecida.</p>
<p>A pesquisa para a tese foi desenvolvida junto a um grupo de moradores do Complexo de Favelas de Manguinhos, localizado em uma das regiões da cidade do Rio de Janeiro com maior foco da doença.</p>
<p>Depois de analisar os folhetos distribuídos nas últimas campanhas de combate à dengue e o conhecimento que esses moradores tinham sobre a doença, a pesquisadora constatou que, apesar do conjunto de dados divulgados sobre a endemia, não houve preocupação, por parte dos órgãos governamentais, em saber que informações são mais ou menos conhecidas, como elas são recebidas pelo público e quais as dificuldades para colocá-las em prática ou passá-las adiante.</p>
<p>Embora existam dezenas de pesquisas sobre o vírus e o vetor da dengue, ainda são poucos os estudos comportamentais relacionados à endemia. Em entrevista à <strong>Agência FAPESP</strong>, a autora do trabalho fala sobre a responsabilidade do governo em gerir informação e educação em saúde e do papel da população no processo de prevenção, e alerta para o uso indevido de medicação.</p>
<p><em><strong>Agência FAPESP</strong> – Quais são as principais causas que podem ser atribuídas por conta de diversos locais do país terem que enfrentar nova epidemia da dengue?</em><br />
<strong>Márcia Lenzi</strong> – Existem vários aspectos a serem considerados. A culpabilização da população é, em parte, uma saída política para justificar a falha no planejamento e execução das ações de controle e assistência. Pode-se perceber que existem vários aspectos que dificultam a participação efetiva da população no combate à dengue, como, por exemplo, a falta de informações importantes para compor um cenário realista sobre a doença e também fatores sociais graves, como baixo nível de escolaridade.</p>
<p><em><strong>Agência FAPESP</strong> – Isso foi verificado no local em que a senhora pesquisou, o Complexo de Favelas de Manguinhos?</em><br />
<strong>Márcia Lenzi</strong> – A região que investiguei apresenta um índice de analfabetismo de 18%. Ali, o fornecimento de serviços básicos como água e coleta de lixo é ineficiente. Acredito que culpa não é o termo a ser aplicado, mas sim responsabilidade e parceria. Entretanto, para isso, é necessário criar condições possíveis para uma participação efetiva da população nesse processo, por meio de informações bem planejadas e constantemente divulgadas, principalmente no período de baixa incidência. Com isso, seria possível construir um processo educativo, aliado sempre a ações de controle por parte das secretarias municipais.</p>
<p><em><strong>Agência FAPESP</strong> – As informações veiculadas pelas campanhas são sempre centradas no cuidado com os reservatórios domiciliares. Praticamente toda a população sabe que se deve ter cuidado com a água parada, senão o mosquito prolifera. Apesar disso, todos os anos há alta incidência da doença. De que outras informações a população carece?</em><br />
<strong>Márcia Lenzi</strong> – Posso citar, como exemplo, a ligação que se faz entre o mosquito e ambientes insalubres ou de mata. As pessoas acreditam que em ambientes limpos não há a reprodução de mosquitos, ou seja, elas pensam que uma casa bem cuidada dificilmente teria <em>Aedes aegypti</em>. A falta do conhecimento sobre o ciclo do mosquito – sua reprodução em água limpa, de larva até o estágio de alado – poderia ajudar a esclarecer esse aspecto. Qualquer grupo sabe de cor as informações veiculadas pelas campanhas, que são centradas no cuidado com reservatórios domiciliares desde 1986, quando ocorreu a primeira epidemia no Rio de Janeiro, causada pelo vírus de tipo 1. Porém, existem subjetividades importantes que precisam ser trabalhadas nas campanhas, para tornar as informações mais efetivas.</p>
<p><em><strong>Agência FAPESP</strong> – Sua pesquisa também destaca a importância do uso correto de medicação.</em><br />
<strong>Márcia Lenzi</strong> – Sim. Outro grave problema é a banalização do paracetamol, constantemente citado como ideal para tratamento da dengue e tomado sem prescrição médica, sem conhecimento dos desdobramentos que esse tipo de atitude possa ter. Em relação à febre hemorrágica de dengue, também não existe informação suficiente para a população. Deveria haver, por obrigação, alertas sobre os sintomas de risco, o que poderia salvar vidas. No estudo, a população somente caracteriza a dengue como hemorrágica se houver perda visível de sangue ou hemorragia.</p>
<p><em><strong>Agência FAPESP</strong> – Qual o papel do Estado no processo de informar e educar?</em><br />
<strong>Márcia Lenzi</strong> – Não há estudo avaliativo sobre o tema “informação e educação” que componha qualquer ação preventiva relacionada a endemias existentes no Brasil. Na mídia, podemos observar, esporadicamente, campanhas de prevenção à Aids e à dengue, que são as mais veiculadas. Entretanto, não se sabe que tipo de informação vai mais ao encontro das representações que a população tem sobre essas doenças. O Estado tem a obrigação de garantir acesso aos serviços de saúde e à informação, permitindo que o cidadão tenha conhecimentos sobre etiologia, sintomatologia, tratamento e formas de prevenção.</p>
<p><span class="boletimtexto3"><strong>Por Washington Castilhos, do Rio de Janeiro</strong> </span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/110/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/110/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=110&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>CPFL e a rodadágua</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2008/05/21/cpfl-e-a-rodadagua/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 16:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hábitos do consumidor podem evitar aumento da conta de energia durante o inverno   A utilização de aparelhos como aquecedores de ambiente, torneiras elétricas, secadoras de roupas, secadores de cabelos e do chuveiro com a chave no modo “inverno” podem encarecer a conta de energia elétrica nos meses de inverno. Os equipamentos que utilizam a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=109&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:medium;font-family:Times New Roman;"><strong>Hábitos do consumidor podem evitar aumento </strong></span><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Times New Roman;"><strong>da conta de energia durante o inverno</strong></span><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Times New Roman;"><strong> </strong></span></p>
<div>
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A utilização de aparelhos como aquecedores de ambiente, torneiras elétricas, secadoras de roupas, secadores de cabelos e do chuveiro com a chave no modo “inverno” podem encarecer a conta de energia elétrica nos meses de inverno. Os equipamentos que utilizam a energia para gerar calor têm potência maior e consomem mais.</span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O chuveiro, por exemplo, é o campeão de consumo residencial e representa de 25% a 35% da conta de luz de uma família. Ao utilizá-lo, com a chave no modo “inverno”, o acréscimo no consumo é de cerca de 30% com relação ao modo “verão”. “Além disso, no inverno, o tempo de permanência no banho normalmente aumenta, o que demanda mais energia. O ideal é que as pessoas mantenham um equilíbrio no tempo do banho o ano todo”, diz Wilson Maldonado Júnior, gerente regional da região sudeste da CPFL Paulista. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Como usar a chave do chuveiro no modo “verão” é desconfortável, no frio, assim como abrir mão de aquecedores e torneiras elétricas, a CPFL Paulista recomenda que o consumidor se esforce para compensar a utilização desses itens, adotando hábitos e soluções ligadas à iluminação da casa e alguns eletrodomésticos. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Dicas para economizar energia elétrica</strong></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Iluminação</strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A iluminação representa de 15% a 20% do valor da conta de energia. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Nos banheiros, cozinhas e lavanderias, substituir lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que consomem menos energia, iluminam mais e duram até 10 vezes mais; </span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Nas salas e quartos, usar lâmpadas 127 ou 220 volts compatíveis com a voltagem da rede da CPFL. </span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Evitar acender luzes durante o dia, usar a luz do dia. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Eletrodomésticos</strong></span> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Na hora de comparar um aparelho, verifique se o equipamento tem o selo de eficiência INMETRO/PROCEL. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Chuveiro</strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O chuveiro é o equipamento que mais consome energia em uma residência. Ele contribui com 25% a 35% do valor da conta de luz.</span> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Nos dias quentes, colocar o chuveiro na posição “Verão”.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Deixar o aparelho ligado somente o tempo necessário para o banho.</span> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Limpar periodicamente os orifícios de saída de água do chuveiro.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Nunca reaproveitar uma resistência queimada. Isso provoca o aumento do consumo e coloca a segurança dos usuários em risco. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Geladeira</strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A geladeira é o segundo equipamento que mais consome energia em uma residência. Ela contribui com 25% a 30% do valor da conta de luz.</span> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Nunca usar a parte traseira para secar panos ou roupas. Hábito comum no inverno.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Instalar a geladeira longe do fogão, estufas e raios solares.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Ajustar o termostato de acordo com o manual de instrução.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Manter as borrachas de vedação em bom estado.</span> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Ferro elétrico </strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O aparelho representa de 5 a 7 % do valor da conta de luz.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Acumular o máximo de peças para ligar o ferro o mínimo de vezes.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Começar a passar a roupa sempre pelos tecidos que exigem temperaturas mais baixas. Ferros automáticos têm indicadores de temperatura para cada tecido. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Televisor</strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O televisor representa de 10 a 15% do valor da conta de luz.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Evitar deixar o aparelho ligado sem necessidade. </span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Cuidado para não dormir com a TV ligada. </span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Máquina de lavar roupas</strong></span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A máquina de lavar roupas representa de 2% a 5% do valor da conta de luz. </span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Ligar a máquina somente quando estiver com a capacidade máxima de roupas.</span><br />
<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Limpe freqüentemente o filtro da máquina.</span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Veja na tabela co consumo médio de alguns produtos</span></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Aparelhos Elétricos</strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Potência Média/Watts</strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Dias Estimados</strong></span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Uso/Mês</strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Média Uso/Dia</strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>Consumo médio mensal (kWh)</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Ar condicionado 7.500 BTU</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1.000</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">8h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">120,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Chuveiro Elétrico</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">3.500</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">40 min</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">70,00</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Ferro Elétrico</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1.000</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">12</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">12,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Forno Microondas</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1.200</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">20 min</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">12,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Geladeira 2 portas</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">300</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">-</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">-</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">80</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Lâmpada Fluorescente Compacta 15W</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">15</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">5h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">2,2</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Lâmpada Incandescente 60W</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">60</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">5h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">9,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Lavadora de Roupas</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">500</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">12</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">6,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Secador de cabelos</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1.400</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">30</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">10 min</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">7,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Secadora de Roupas</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">1.000</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">8</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">01h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">8,0</span></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">TV em cores 30’’</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">90</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">20</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">5h</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">13,5</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:x-small;color:#808080;font-family:Times New Roman;"><strong>Sobre a CPFL</strong></span><br />
<span style="font-size:x-small;color:#a2a2a2;font-family:Times New Roman;"><em>A CPFL Energia é a maior empresa privada do setor elétrico brasileiro e atua em três segmentos: distribuição, geração e comercialização de energia. Na distribuição atende 6,3 milhões de clientes em 569 municípios, distribuídos pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, tem 23% do mercado livre brasileiro. Na geração, a holding controla empreendimentos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Tocantins e Minas Gerais.  Seu parque gerador é composto por 33 PCH´s (pequenas centrais hidrelétricas) e tem participação em oito Usinas Hidrelétricas. Atualmente sua capacidade de geração de energia está em 1.588 MW devendo alcançar 2.174 MW até 2010 quando todas as usinas estiverem em operação. A CPFL Energia tem ações negociadas no Novo Mercado da Bovespa e na Bolsa de Valores de Nova Iorque, dois dos ambientes do mercado de capitais com o mais alto grau de governança corporativa. Seu faturamento bruto em 2007 foi de R$ 14,2 bilhões. </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"><strong>CPFL Paulista</strong></span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Assessoria de Imprensa</span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Fone 19 3756 8865/ 8492/ 8197</span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">Fax 19 3756 8040</span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;">e-mail <a href="mailto:jornalismo@cpfl.com.br" target="_blank">jornalismo@cpfl.com.br</a></span></div>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/109/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/109/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/109/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=109&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Impactos na saúde das deficiências de acesso a água</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2008/04/16/impactos-na-saude-das-deficiencias-de-acesso-a-agua/</link>
		<comments>http://rodadagua.wordpress.com/2008/04/16/impactos-na-saude-das-deficiencias-de-acesso-a-agua/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 15:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O acesso regular à água potável e segura tem causado preocupação, principalmente em países em desenvolvimento e, mais enfaticamente em áreas periurbanas, que abrigam a população socialmente excluída. O objetivo deste trabalho é abordar questões de acesso à água em regiões periurbanas e para tanto foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados Pubmed, Medline [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=108&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O acesso regular à água potável e segura tem causado preocupação, principalmente em países em desenvolvimento e, mais enfaticamente em áreas periurbanas, que abrigam a população socialmente excluída. O objetivo deste trabalho é abordar questões de acesso à água em regiões periurbanas e para tanto foi realizado levantamento bibliográfico nas bases de dados Pubmed, Medline e SciELO assim como relatórios da OMS, OPAS, IBGE e Ministério das Cidades. A falta ou a precariedade do acesso à água representa situação de risco que propicia aumento da incidência de doenças infecciosas agudas e da prevalência de doenças crônicas. O estabelecimento do grau de acesso à água de qualidade considera fatores como distância e tempo percorrido até a fonte de água, volume coletado, demanda atendida e nível de prioridade de ações de intervenção. Na qualidade da água, consideram-se como fatores de impacto o manuseio – maneira como ocorre a coleta, o transporte, o armazenamento e o uso –, a presença de patógenos nas fontes e as práticas rotineiras da população. A determinação da presença de patógenos nas fontes evidencia o risco à saúde e a identificação do agente etiológico indica a origem da contaminação. O caminho para reverter esse cenário é a implementação integrada de políticas públicas de gestão, que envolvam ações conjuntas e ajustadas nos setores de desenvolvimento urbano, habitação, saneamento e saúde e que visem à promoção e à proteção da saúde da população local e ao enfrentamento da complexidade de fatores que evidenciam sua vulnerabilidade.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Extraído de <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-12902008000100003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-12902008000100003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a> (veja neste link o artigo na íntegra) </span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/108/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/108/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/108/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=108&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">rodadagua</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Lixo (entrevista) &#8211; Aruntho Savastano Neto</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2008/02/22/entrevista-aruntho-savastano-neto/</link>
		<comments>http://rodadagua.wordpress.com/2008/02/22/entrevista-aruntho-savastano-neto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 16:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodadagua.wordpress.com/2008/02/22/entrevista-aruntho-savastano-neto/</guid>
		<description><![CDATA[O que os olhos não vêem, o coração não sente. Essa é ainda a relação mais comum do homem com o lixo que ele próprio produz e que, em geral, é disposto bem longe do campo de visão da maioria, em aterros e lixões. Para a sociedade, fazer a sua parte é colocar o lixo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=99&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="spip">O que os olhos não vêem, o coração não sente. Essa é ainda a relação mais comum do homem com o lixo que ele próprio produz e que, em geral, é disposto bem longe do campo de visão da maioria, em aterros e lixões. Para a sociedade, fazer a sua parte é colocar o lixo num saquinho na porta de casa a fim de que ele desapareça “como num passe de mágica”, na analogia de Aruntho Savastano Neto, assessor executivo da Diretoria de Controle de Poluição Ambiental e gerente de Normatização de Ações de Controle da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). A companhia controla, fiscaliza, monitora e licencia as atividades geradoras de poluição dos municípios do estado de São Paulo. A tarefa é gerenciar nada menos do que 30 mil toneladas de lixo por dia. E diante da escassez de aterros e dos problemas ocasionados pelo acúmulo de lixo, como proliferação de doenças e contaminação do solo e das águas subterrâneas, o engenheiro fala da importância da preocupação da sociedade com o lixo gerado por ela mesma e prega o conceito dos três “erres”: reduzir, reutilizar e reciclar. É essa a proposta do Lixo Mínimo, programa do governo que visa, através do reaproveitamento, minimizar a geração de lixo.</p>
<p class="spip"><img src="http://rodadagua.files.wordpress.com/2008/02/aruntho2.jpg?w=450&#038;h=410" border="0" alt="" width="450" height="410" /></p>
<p class="spip">Labjor &#8211; A Cetesb estima que o Estado de São Paulo produza cerca de 28 mil toneladas de lixo urbano por dia. Como é feita essa estimativa?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; De fato, estimamos que o Estado gere essa quantidade, da ordem de 28 a 30 mil toneladas de lixo por dia. Nem todo município pesa seu lixo; então há município que pesa e sabe exatamente qual é o seu volume gerado e há aquele que não sabe. Para realizar essa avaliação, faz-se uma estimativa do lixo gerado em função da população obtida pelo senso do IBGE e se aplica uma taxa de produção diária por habitante sobre a população daquele município, e assim chegamos nesse valor estimado de 28 a 30 mil toneladas. O valor real pode ser um pouquinho maior, um pouquinho menor, mas o que interessa não é exatamente o número matematicamente preciso do volume gerado e sim como esse lixo é disposto.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; A Cetesb alerta que tanto a falta de tratamento desse lixo quanto a sua disposição final inadequada podem gerar problemas como a disseminação de doenças, a contaminação do solo e das águas subterrâneas e superficiais e a poluição do ar pelo gás metano. De que forma esses problemas podem ser evitados?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Esses problemas são evitados com a disposição adequada do lixo. Cabe à Cetesb o controle da poluição ambiental e a orientação aos municípios, mas a responsabilidade pela coleta e disposição final é municipal. E, dos 645 municípios do estado, nós ainda temos 143, segundo o Inventário Anual de Resíduos Sólidos Domiciliares de 2006, que dispõem de forma inadequada o seu lixo. E o que é inadequado e adequado? O Inventário, elaborado e publicado anualmente pela Cetesb, é construído a partir de um formulário com mais de 100 itens. Nós vamos ao local de disposição final do lixo &#8211; um aterro sanitário, uma usina de compostagem ou mesmo um lixão -, fazemos uma inspeção e preenchemos na hora esse formulário, atribuindo uma nota para cada um desses cento e poucos itens. Com base nessa verificação, através de uma fórmula muito simples de cálculo, nós atribuímos uma nota de zero a dez para aquele local. E dentro dessa faixa, nós os dividimos em três grupos: o grupo com nota de 0 a 6 é classificado como inadequado; o de 6,1 a 8,0 é classificado como controlado; e o com nota de 8,1 a 10 é classificado como adequado. Apesar de todos os esforços do Estado, incluindo recursos despendidos, 143 municípios paulistas ainda dispõem seu lixo de forma inadequada.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; O que são aterros adequados? E o que caracteriza um lixão?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Aterro adequado é um aterro sanitário que observa a boa prática de um projeto de engenharia associada à boa prática de operação desse projeto. Um projeto de engenharia pressupõe uma primeira fase que é a da sua implantação, da sua execução, sendo que tem que ser observada a boa prática, a técnica, legislação e o regramento existente para aquele tipo de empreendimento. Implantado esse aterro, vem uma parte muito importante que é o da operação. Não adianta ter somente um trabalho bem executado; na hora de operar, é preciso observar as boas práticas. O aterro adequado, que é esse classificado com nota maior que 8,1, reúne essas características. Ele é bem executado, de acordo com a lei, e é bem operado também. Toda a operação é acompanhada de cuidados e de práticas que preservam o meio ambiente e preservam a saúde, tanto do pessoal que trabalha lá quanto do pessoal do entorno. Já os lixões são locais de disposição sem qualquer controle. Ou então é algum aterro que por falta de cuidado na operação vai se deteriorando até atingir uma situação de descontrole e descuido.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; E os aterros têm um tempo limitado de vida útil?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Os aterros têm uma vida útil, isso é evidente. Podemos fazer um paralelo com uma caixa. Um aterro sanitário nada mais é do que uma caixa onde você está jogando lixo. Por maior que seja essa caixa, uma hora ela vai estar cheia e não vai caber mais nada dentro dela. O aterro é a mesma coisa, tem seu limite que corresponde à vida útil. E ele tem um agravante: é um local onde se concentram poluentes, que podem gerar um foco de uma contaminação, em que pesem todos os cuidados com impermeabilização, com compactação do leito do aterro, com implantação de manta e de material impermeável de alta resistência, etc. Não é por outro motivo que em alguns países do primeiro mundo já se estabeleceram limites de tempo muito próximos para banir a utilização de aterros. Aqui, nós sabemos que a nossa realidade cultural, social, econômica é outra. Nós ainda vamos conviver com aterros por algum tempo. E, para alguns locais, o aterro ainda é uma solução avançada porque não há, sequer, um aterro sanitário. Então não podemos perder de vista esses horizontes e temos que procurar avançar para alcançar essas situações de mais segurança, de menor risco, que já estão sendo praticadas em alguns locais do mundo.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Os aterros continuam poluindo e contaminando após o fim da sua vida útil?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Eles continuam com a possibilidade de contaminar, eles são um foco com um risco de contaminação inerente a eles. O aterro vai continuar emitindo gás metano enquanto tiver matéria orgânica se decompondo. Mas existem outras questões, como o líquido percolado [chorume, produzido pela decomposição química e microbiológica do lixo] do aterro que pode atingir o solo. É preciso pensar em quanto tempo todo aquele lixo que foi segregado no solo vai demorar para se decompor a ponto de não oferecer mais risco ao ambiente.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Existe um controle para evitar essa contaminação?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Sim. Existem mecanismos de controle. O projeto de implantação de um aterro prevê mecanismos de monitoramento para que se possa acompanhar a vida útil desse aterro mesmo depois de encerrada a operação, para que se possa acompanhar o comportamento daquele local com relação às águas subterrâneas, ao solo, e tudo mais. Se indicar qualquer tipo de problema, é preciso intervir para remediar ou intervir para evitar o agravamento de alguma situação.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; De maneira geral, qual é a situação atual dos aterros no Estado de São Paulo, considerando suas condições e vida útil?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Estamos alcançando melhoras significativas. A Cetesb faz o Inventário de Resíduos há 11 anos. De 1997 até 2006, a situação dos municípios melhorou 12 vezes. Tínhamos uma situação muito pior no começo e fomos alcançando bons resultados.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Quais as causas desse progresso?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; São ações que o governo empreendeu nesse período para alcançar resultados mais favoráveis, para reverter aquele quadro existente em 1997. Nós temos atribuições específicas de controle, de fiscalização, etc, mas multas e interdições não são suficientes, porque muitas vezes você se depara com municípios que têm a boa vontade de resolver o problema, mas não conseguem, seja por falta de recursos financeiros e/ou falta de recursos humanos. Então, nós desenvolvemos uma série de trabalhos no sentido de orientar as prefeituras e estabelecemos também alguns programas específicos, como a alocação de recursos para alcançar esse avanço. Eu destacaria entre esses programas, o Programa do FEHIDRO, que é o Fundo Estadual de Recursos Hídricos, no qual que a Cetesb atua como agente técnico dos Comitês de Bacia. Os municípios vão aos Comitês de Bacia, pleiteiam recursos para implantação de aterros e essas propostas vêm aqui para Cetesb que faz uma análise técnica e emite o seu voto. Tem um outro programa que é da própria Secretaria de Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo e da Cetesb, para a implantação de aterros em vala, específico para pequenos municípios com até 25 mil habitantes. É um tipo de aterro mais simples, de mais fácil execução, de fácil operação, que o município opera isoladamente. Com pouco recurso e pouca mão de obra se implanta e opera esse tipo de aterro. Não é um modelo ideal de aterro, porém é uma situação bem melhor do que um lixão. Há um outro programa, também da SMA e da Cetesb, que é o Fundo Estadual de Controle de Poluição, em que nós alocamos recursos para os municípios para o desenvolvimento de projetos de aterros e para compra de equipamento de coleta de lixo e de operação de aterros. Então, tem uma série de ferramentas que foram utilizadas no contexto da administração pública para incentivar a melhoria das condições dos municípios.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; E quais os planos para reverter a situação dos 143 municípios que ainda dispõem seu lixo de forma inadequada? Que outras políticas e investimentos estão previstos ou em execução?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Foi desenvolvido um programa, que é mais recente na SMA, que é o do Lixo Mínimo, que estabelece critérios para diminuir essa inadequabilidade verificada nesses 143 municípios. Estamos nos empenhando, prestando apoio e orientação às prefeituras e, ao mesmo tempo, adotando medidas mais enérgicas, como interdição, multas diárias, etc, para forçar a reversão desse quadro. Recentemente, em novembro, foi editada a Resolução SMA 50/2007, que estabelece regras, prazos e condições para os municípios apresentarem soluções para essa situação, perante a Cetesb e a SMA. Também estamos desenvolvendo estudos para fomentar a adoção de soluções regionais para a disposição de lixo em aterros sanitários que possam receber lixo de dois ou mais municípios, porque em algumas regiões não há condição técnica nem financeira de o município operar um aterro sanitário isolado, do próprio município. É mais fácil, mais conveniente e muitas vezes até mais barato operar um aterro em consórcio ou em associação com outros municípios que atenda uma determinada região. No contexto do programa Lixo Mínimo, estamos desenvolvendo também alguns programas específicos de educação ambiental que são muito importantes no sentido de educar a população. De um lado, disponibilizamos recursos, orientação, apoio técnico, e tudo mais, mas também estamos cobrando de forma mais enfática ações dos municípios para reverter essa situação que é inaceitável do ponto de vista sanitário. No século XXI, há disposição aleatória de lixo, com pessoas e animais convivendo com esta situação.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Segundo a SMA, o Projeto Lixo Mínimo visa reduzir a geração de lixo e estimular a reutilização e a reciclagem, oferecendo apoio técnico e financeiro aos municípios para diminuir a demanda por novos aterros sanitários, que são, nos dias de hoje, uma solução ambientalmente inadequada. A implantação desse projeto é viável?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Eu acredito que sim, que esses projetos ambientais estratégicos são todos viáveis. Há condição de alcançar uma situação adequada do ponto de vista de disposição de lixo. E essa prática não é difícil. É desejável que os municípios e a sociedade se preocupem cada vez mais com isso. Todos têm a ganhar. Se não diretamente, indiretamente, nós ganhamos em saúde, em qualidade de vida e tudo mais. E alguns projetos ambientais estratégicos têm pontos de tangência, são entrelaçados. Por exemplo, o Projeto do Município Verde, que estabelece e controla a liberação de recursos para municípios, está vinculado à observância de boas práticas ambientais, no que diz respeito a lixo, área verde, esgoto sanitário. Então, há um ponto de tangência muito grande com o Programa do Lixo Mínimo. Uma coisa ajuda a outra a alcançar uma situação melhor. O projeto ambiental do Esgoto Tratado também tem um ponto de tangência grande com o do Lixo Mínimo. Na verdade, são esforços do governo para alcançar uma condição melhor, que se reverta em benefício para a sociedade. Mas o principal dessa história toda é que é necessário divulgar um conceito muito simples a respeito do lixo: o lixo é gerado por todos nós, as pessoas, a sociedade tem que ter isso incorporado, introjetado. Não é mágico colocar o lixo dentro de um saquinho de plástico lá na porta da minha casa para que o lixeiro promova a remoção, como num passe de mágica. O problema é da sociedade, é gerado pela sociedade. A prefeitura, o gari, o operador o caminhão de lixo, só recolhem o lixo. Quem gera o lixo é a população. Então, nós temos que ter essa consciência a respeito dessa questão. Nós temos que ter consciência para praticar um conceito muito simples, que é o chamado conceito dos três “erres”, que é reduzir, reutilizar e reciclar. Você tem que estar preocupado dentro da sua casa, na sua mesa de trabalho, no seu escritório, enfim, no local onde você trabalha e convive em reduzir a geração de resíduo e reutilizar tudo aquilo que tiver condição de reuso. Você tem que estar preocupado em separar o lixo que você está gerando, para permitir que pelo menos uma parte dele seja reciclável, evitando, por exemplo, contaminar papel com resto de comida ou com outro tipo de sujeira que inviabilize essa reciclagem. Acho que deveríamos ter como meta procurar divulgar isso cada vez mais para introjetar esses conceitos na consciência da sociedade, para reduzir a geração de lixo e aumentar a reutilização e a reciclagem.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Reutilização e reciclagem são coisas diferentes?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Tudo que vira resíduo é um recurso que se joga fora, de maior ou menor valor, mas é dinheiro jogado fora, é recurso que a sociedade perde. Tudo que você consegue de alguma forma reutilizar ou reciclar é dinheiro, é recurso economizado, é benefício que se alcança e reverte. Se você usar uma folha de papel dos dois lados, você deixou de utilizar duas folhas de papel e você economizou uma folha de papel e vai por aí afora. Então, esses conceitos têm que estar introjetados; a coleta do lixo ou a disposição final não é mágica. É um trabalho, é uma prestação de serviço que advém de um problema que nós mesmos geramos. O lixo é gerado por nós. Esse é um conceito de educação ambiental que nós também tentamos abordar no projeto Lixo Mínimo. Uma das facetas desse trabalho é despertar essa consciência, porque por mais que nós consigamos locais para a implantação de aterros sanitários adequados ou mesmo locais para a instalação de usinas de tratamento de lixo com tecnologia mais avançada até do que os aterros, você vai ter cada vez mais, se ninguém se preocupar com a redução, você vai ter sempre que pensar em locais maiores, em maiores volumes de lixo, em maiores problemas para serem resolvidos.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; Sem a participação da sociedade, a execução do projeto Lixo Mínimo é possível?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; É possível. Quanto mais você tiver a sociedade engajada e consciente da necessidade desse tipo de programa, mais fácil executar e conseguir êxito. E mesmo que a própria sociedade não faça a reciclagem e a redução na medida em que deveria fazer, o simples fato de ela estar consciente dessa necessidade ou dos problemas que podem advir da disposição inadequada do lixo já faz com que ela pressione o poder público local a tomar uma decisão, a obter uma solução mais adequada. Isso já seria um avanço. Então a participação da sociedade é fundamental para que a alcancemos uma situação mais desejável do ponto de vista sanitário.</p>
<p class="spip">Labjor &#8211; O que se pode fazer para mobilizar a sociedade?</p>
<p class="spip">Aruntho &#8211; Uma série de medidas de caráter de educação ambiental. Nós temos uma equipe específica de educação ambiental, que é especializada nessa área, trabalhando na propositura de projetos e de ações nesse sentido. A gente vê em outros países medidas que são eficazes no sentido de promover ações efetivas da sociedade. Por exemplo, em alguns lugares você compra uma garrafa de refrigerante embalada em pet, em plástico, e, quando você devolve a garrafa no ponto de venda, recebe uma parte do valor dela de volta. Quanto mais desvinculado de alguma infra-estrutura estiver o ponto de venda, maior a devolução. Isso motiva o consumidor que compra uma água em um quiosque isolado num parque a devolver aquela embalagem no quiosque ao invés de descartá-la de forma inadequada no ambiente. São exemplos que a gente pode copiar aqui, pois são coisas que dão bom resultado.</p>
<p class="spip">Publicado no site do Labjor em 5 de março de 2008.</p>
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		<title>Falta dágua</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 14:16:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[segurança hídrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por incrível que possa parecer, às vezes, não vemos o óbvio. Deparei com uma entrevista sobre a &#8220;falta dágua&#8221; que diz coisas que poucos colocam. Embora seja de julho do ano passado, achei legal divulgar. Se você analisar, verá que temos muitos problemas em comum&#8230; http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=425<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=98&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por incrível que possa parecer, às vezes, não vemos o óbvio. Deparei com uma <a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=425" title="Água poderá ser um direito fundamental">entrevista </a>sobre a &#8220;falta dágua&#8221; que diz coisas que poucos colocam. Embora seja de julho do ano passado, achei legal divulgar. Se você analisar, verá que temos muitos problemas em comum&#8230;</p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=425">http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=425</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/98/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/98/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=98&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Biota cores e sombras</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2007/12/28/biota-cores-e-sombras/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 12:27:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejam que coisas mais linda!!! Pois é, eu estava lendo as notícias do site da FAPESP e me chamou  a atenção a palavra cores&#8230; http://www.fapesp.br/expobio/ Precisamos preservar, não é? Vale passear pelas fotos lindíssimas e alegrar os olhos e o coração. Feliz 2008!<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=97&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam que coisas mais <a href="http://www.fapesp.br/expobio/">linda</a>!!! Pois é, eu estava lendo as notícias do site da FAPESP e me chamou  a atenção a palavra cores&#8230;</p>
<p><a href="http://www.fapesp.br/expobio/">http://www.fapesp.br/expobio/</a></p>
<p>Precisamos preservar, não é?<br />
Vale passear pelas fotos lindíssimas e alegrar os olhos e o coração.<br />
Feliz 2008!</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/97/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/97/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=97&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A roda dágua e a ANA</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 01:24:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, a ANA (Agência Nacional de Água) está promovendo um Simpósio, em São Paulo, para falar sobre água. Achei curiosa a presença destes palestrantes: António Pedro Borges (Cabo Verde), Gabriel Luis Miguel (Angola), João António Nola (Guiné-Bissau), João Paulo Lobo Ferreira (Portugal), Justina Cruz Lima (São Tomé e Principe), Manuel Alvarinho (Moçambique). O que será que eles [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=96&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, a ANA (Agência Nacional de Água) está promovendo um Simpósio, em São Paulo, para falar sobre água. Achei curiosa a presença destes palestrantes: António Pedro Borges (Cabo Verde), Gabriel Luis Miguel (Angola), João António Nola (Guiné-Bissau), João Paulo Lobo Ferreira (Portugal), Justina Cruz Lima (São Tomé e Principe), Manuel Alvarinho (Moçambique). O que será que eles vão dizer? A conferir&#8230;<br />
 Veja mais no link</p>
<p><a href="http://www.ana.gov.br/SalaImprensa/noticiasExibe.asp?ID_Noticia=587">http://www.ana.gov.br/SalaImprensa/noticiasExibe.asp?ID_Noticia=587</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/96/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/96/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=96&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A economia começa em casa</title>
		<link>http://rodadagua.wordpress.com/2007/11/23/a-economia-comeca-em-casa/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 03:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[economizar água]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Modificado a partir do infográfico disponibilizado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=89&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="top" width="500" src="http://rodadagua.files.wordpress.com/2007/11/economia.jpg?w=500&#038;h=900" height="900" /></p>
<p>Fonte: Modificado a partir do infográfico disponibilizado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/89/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/89/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/89/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=89&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vazamentos na rede</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 22:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodadagua</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia publicada pela Folha de S.Paulo revela que o País desperdiça 45% de toda a água captada para consumo. O problema é causado principalmente por vazamentos na rede. Ou seja: a tubulação está velha, precisa ser trocada. Não adianta muito só a gente economizar. O governo precisa fazer a sua parte, investindo em tecnologia e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=83&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Notícia publicada pela Folha de S.Paulo revela que o País desperdiça 45% de toda a água captada para consumo. O problema é causado principalmente por vazamentos na rede. Ou seja: a tubulação está velha, precisa ser trocada.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Não adianta muito só a gente economizar. O governo precisa fazer a sua parte, investindo em tecnologia e na renovação da rede de abastecimento, que leva água à casa dos brasileiros. A água é um bem precioso, cada vez mais escasso, e precisa ser tratada com carinho!</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Fonte: Folha de S.Paulo &#8211; Cotidiano &#8211; Afra Balazina, José Ernesto Credendio: Brasil desperdiça 45% da água captada para consumo (17/11/2007)</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O verdadeiro vilão </strong></p>
<p style="text-align:justify;">O consumidor é sempre considerado o grande vilão do desperdício de água. Pois está na hora de acabar com essa má fama e responsabilizar os verdadeiros culpados: a distribuidora de água. Isso é inaceitável, ainda mais num país em que mais de 30 milhões de pessoas não têm o privilégio de abrirem a torneira e terem água tratada.</p>
<p style="text-align:justify;">Milhões de reais gastos com a captação e tratamento de água vão para o ralo anualmente com quase metade da água produzida para o abastecimento nas capitais brasileiras. Isso não pode continuar! Diante disso, o que faz a ANA (Agência Nacional de Águas), cuja tarefa, dentre outras, é gerenciar os recursos hídricos de forma a garantir seu uso sustentável, evitar a poluição e o desperdício e assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para a atual e as futuras gerações?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Em Nova Odessa, por exemplo, o Coden, (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa), no último dia 20, começou a Operação Caça-Vazamento, utilizando o geofone, aparelho que faz diagnóstico de vazamentos subterrâneos. Só na 1ª etapa, foram detectados aproximadamente 140 vazamentos! Imaginem quantos haverá em Campinas, cuja rede chega a 3600 km!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Toda a população deve fazer a sua parte. Todos já sabem a cartilha de cor: não se deve varrer a calçada com água, escovar os dentes ou lavar a louça com a torneira aberta, tomar banhos demorados e etc. Não podemos deixar de exigir que a SANASA faça a manutenção da rede hidráulica. Se você perceber nas obras ou nas ruas algum vazamento, acione a companhia responsável. Ligue grátis, até mesmo de um orelhão, para 08007721195 e comunique a ocorrência.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/rodadagua.wordpress.com/83/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/rodadagua.wordpress.com/83/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rodadagua.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rodadagua.wordpress.com/83/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rodadagua.wordpress.com&amp;blog=1840910&amp;post=83&amp;subd=rodadagua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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